Solo livre para respirar, água livre de contaminação e a diminuição da sensação térmica de calor. Essas são apenas algumas das vantagens de pensar e ter uma pavimentação ecológica! A Ilha de Caratateua corre o risco de ter seu solo contaminado e impermeabilizado pelo ASFALTO! Grandes obras que não levam em consideração o escoamento da água e a preservação do solo, e pouco pensam sobre o aumento do calor excessivo estão tomando conta da Ilha. Pressione para que a Secretária de Saneamento de Belém Ivanise Gasparim pavimente de forma ecologicamente correta as ruas da Ilha!





Pressione a Secretária Ivanise Gasparim

Quem você vai pressionar? (2 alvos)
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querem a pavimentação ecológica na Ilha de Caratateua!







Pensar formas sustentáveis para as Ilhas de Belém é um grande desafio, mas com soluções possíveis e necessárias frente às consequências desastrosas das mudanças do clima, sobretudo voltadas para amenizar as frentes de calor que já são a realidade de muitos territórios das regiões insulares da Amazônia.

Ouvir a comunidade é um passo fundamental para que essas soluções aconteçam com participação social e com o protagonismo de quem vive e sente cotidianamente esses impactos diretos no território e que também pensa em tecnologias ancestrais e comunitárias para enfrentá-las.

Por isso, vamos lotar a caixa de entrada da Secretária Municipal de Saneamento Ivanise Gasparim, mostrando que milhares de nós queremos a implementação de pavimentação ecológica na Ilha de Caratateua!










Por que pavimentação ecológica?

Um dos fatores que contribuem para o aumento das problemáticas relacionadas a enchente e alagamentos e ao processo hidrológico, é a impermeabilidade do solo, causada pelo uso massivo de asfalto e concretos nos centros urbanos, contribuindo dessa forma, para o surgimento das famosas ilhas de calor. Um dos pontos positivos em relação a pavimentação ecológica, é ser uma alternativa para combater essas problemáticas. É muito comum que em projetos de planejamento das soluções de saneamento, no intuito de resolver problemas pontuais, como os citados acima, não se leve em consideração a realidade e dinâmicas do território, o que gerará a longo e médio prazo intensificação desses problemas.






A questão socioterritorial de uma ilha/território

Atualmente o modelo e a visão sobre saneamento acaba sendo uma verdadeira receita de bolo, aplicada em toda e qualquer situação, desconsiderando as especificidades de cada localidade. É um modelo que não prioriza as relações socioambientais, os benefícios que a paisagem proporciona ou a história daquele espaço, mas apenas o custo-benefício para alguns atores como o próprio Estado e outros detentores de capital. Por isso, é importante levar em consideração a dinâmica e o modo de vida da comunidade que será beneficiada com esses projetos de saneamento. E nesse sentido, muito tem se prezado por Soluções Baseadas na natureza (Sbn), para mitigação de problemas como a intensificação de micro-climas, enchentes e alagamentos, pois visam justamente, atender objetivos ambientais, sociais e econômicos.





Solução a partir do protagonismo da comunidade

Essas soluções devem vir acompanhadas do envolvimento popular, a partir das suas demandas. Ultrapassada é a ideia de (des)envolvimento, de algo que vem fora para dentro, onde não há participação daqueles que serão atingidos com a política pública, preponderando um visão hegemônica e desassociada do bem - viver. Tecnologias ativas e sociais que busquem alternativas mais adequadas para cada território, é o único caminho possível para se combater os ônus socioambientais decorrentes de modelos que não priorizam as relações sociais com a natureza e o meio ali existente, gerando e agravando as injustiças no âmbito social, ambiental e climático.